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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

07 CONSELHOS PARA 2011



Por Pr. João Victor

Meditando no episódio do primeiro milagre de Jesus registrado nos evangelhos, a transformação da água em vinho, consegui extrair sete lições importantes para levarmos para o ano que virá.

1. ERA UM CASAMENTO – Uma festa, um encontro de pessoas.
- Procure se relacionar mais. Deixe de ser apenas um espectador e viva. Converse mais. Sorria mais. Festeje. Ame. Viva! Carpe diem!

2. FALTOU VINHO – Improvável, inaceitável.
- Imprevistos existem e sempre existirão, mas procure estar pronto para eles. Organize suas despesas. Planeje-se. Nada de compras desnecessárias ou supérfulas. Suas economias agradecerão!

3. NÃO ERA CHEGADA A HORA – Maria ouviu essa frase de Jesus. Então, tenha paciência.
- Espere o momento certo. Não se precipite em suas escolhas ou decisões. Nossas precipitações geralmente nos levam a precipícios.

4. HÁ UM CONSELHO PRINCIPAL – Fazei tudo o que ele vos disser.
- Não há como dar errado. Se seguirmos a voz de Deus, se ouvirmos o que ele tem para nos dizer, se obedecermos a ele, não tem como errarmos.

5. FAÇA SUA PARTE – Encha as talhas. Busque água. Coloque tudo o que você tiver dentro das talhas. Dê o melhor de si. Esforça-te, dedica-te. Nada pela metade, encha as talhas. Comece e termine. Não pare no meio do caminho.

6. PROVE, EXPERIMENTE – Sinta como o vinho que Jesus oferece é o melhor já provado. A alegria que ele nos dá é incomparável. Surpreenda-se com o sabor de viver ao lado de Jesus.

7. O VINHO QUE VIRÁ É MELHOR QUE O VINHO QUE PASSOU – É palavra profética. O melhor está guardado para o final. Receba essa palavra de Deus! E tenha um ano de 2011 de conquistas e vitórias.

Deus abençoe a todos!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

MÚSICA NOVA SAINDO...LOGO, EU POSTO!

Novos Rumos
João Victor

O que fazer?
Se as luzes que brilhavam já não brilham mais
Se as vozes que cantavam já não querem mais
Falar das coisas lindas do amor

O que dizer?
Quando as palavras faltam e o choro então
Aperta a garganta e não se ouve a voz
Da angústia de um aflito coração

Se a dor bater
Me mostra uma saída, uma solução
Arranca do meu peito esta solidão
E faz com que eu possa finalmente respirar

E se eu chorar
Enxuga os meus olhos pra que eu possa ver
Apaga essa tristeza, me faz renascer
Pra uma nova vida, um novo caminhar...

Tudo vai mudar se eu me entregar
Inteiramente em tuas mãos
Posso acreditar num sonho a mais
Novos rumos pro meu coração

terça-feira, 23 de novembro de 2010

"A Poderosa história continua...Você pode contribuir com um verso".

Extraí a frase acima do filme "Sociedade dos Poetas Mortos". Espero que possamos refletir sobre isso. Que contribuição temos dado para escrever a história? Será que apenas o curso da vida segue sem nenhum tipo de interferência nossa?
Pensem e reflitam!

Até a próxima,

Pr. João Victor

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

As Dúvidas Pilatianas


Por Pr. João Victor

Nunca tive dificuldade em fazer escolhas. Não que as decisões que tenho que tomar não sejam importantes. Muito pelo contrário. Todos os dias me vejo decidindo, quer seja a respeito de assuntos eclesiásticos, familiares, odontológicos, bem como assuntos essencialmente pessoais. Contudo, minhas escolhas são rápidas e objetivas. Pode ser até um defeito, mas sou um homem de fácil adaptação, tanto para o que me incomoda, quanto para o que não me causa nenhum efeito considerável.
Enfim, não é o caso da maioria. Não era o caso de Pilatos. O governador romano era cheio de dúvidas. Repleto de perguntas. Na verdade, os questionamentos de Pilatos são puramente humanos, perfeitamente nossos. São perguntas que fazemos sempre. Analisemos essas questões.

Na biografia de Jesus Cristo mediante a avaliação de João, no seu capítulo 18 e versículo 28 ao 38, percebemos várias dúvidas, que vou ter a atenção de chamar de pilatianas, para jogar a responsabilidade sobre um "pecador" (oh, quão perfeitos somos, não é?).

Caifás e seus comparsas levam Jesus ao Pretório. Todavia não entram. Eles poderiam se contaminar (oh quão puros somos, não é?). Afinal de contas, a Páscoa se aproximava. Os líderes religiosos da época se dispunham a matar a mensagem de Jesus, mas não admitiam entrar em um lugar impuro. Será que não temos feito o mesmo? Será que não matamos a essência do evangelho? Eles eram muito santos. Não vou tocar nesse assunto...Talvez depois.

Pilatos fez algumas perguntas. Vamos aprender com elas.
1. Que acusação trazeis contra este homem? Que acusação trazemos contra Jesus? Por que o culpamos de tudo? Por que se o carro quebra a culpa tem que ser de Deus? POr que se o filho adoece, reclamamos e dizemos que não aceitamos, que somos filhos de Deus, que isso não pode acontecer, e bla blá blá? Trazemos inúmeras acusações contra Ele. E Ele é o menos culpado de tudo. Se colhemos, colhemos o que plantamos. Lei da semeadura. Bactérias não podem ser demonizadas nem Jesus pode ser responsabilizado pela ausência de manutenção nos veículos dos "santos".
Acusar Jesus de quê?
É triste ver que nossa sociedade e, pasmem, nossas igrejas estão repletas de acusadores. Que provas Caifás tinha contra Jesus? Provas verbais. Disse-me-disses. Pilatos estava corretíssimo. Era necessária uma acusação.

2. És tu o rei dos judeus? Ah! Agora Pilatos começa a se preocupar. Ora, um governador é submisso ao seu rei. Surge a possibilidade de concorrência na mente. Pilatos deixaria de ser "a pessoa com quem se resolve as coisas" dos judeus. A autoridade política de Pilatos corre perigo. Daí a preocupação.
Jesus, és tu o rei?
É comum ver pessoas agindo da mesma forma quando estão diante de pseudo-ameaças. Quem é esse funcionário novo? Será que ele vai roubar o meu lugar no louvor? A mensagem desse obreiro arrancou mais glórias do que a minha. Será que o povo vai gostar mais dele? Será que essa igreja que abriram aqui perto vai roubar minhas ovelhas? Que pensamento estúpido! Jesus é Rei. Você é você. Não aumente seus esforços para parecer melhor aos olhos de seus "adversários", mas eleve sua qualidade por você mesmo.

Outro aspecto importante dessa pergunta é que, quando a ameaça chega, refazemos a mesma pergunta sucessivamente (por mais exagerado que seja meu pleonasmo). Esquecemos que Jesus é Rei. Perguntamos como João Batista, a Voz que clamava no deserto, em meio ao desepero e à ameaça, se existe ainda um outro rei. O Grande Rei nos serve quando somos súditos prósperos. Quando a crise aperta, o primeiro a ser crucificado é o rei. Quão submissos somos, não é?

Jesus responde a Pilatos com outra pergunta: "vem de ti mesmo esta pergunta ou disseram outros a meu respeito? Puxa vida, Pilatos! Nem opinião própria você tem? Pare de ser influenciável. Seja você mesmo.
Tudo bem, está perdoado. Pilatos não era judeu. Não conhecia Jesus. Realmente, precisava ouvir uma outra versão da história, o outro lado da moeda. Pilatos precisava saber a verdade. Daí surge a derradeira pergunta:

3. Que é a verdade? Pergunta errada. Os budistas tem a sua verdade. Os xantoístas, hindus, católicos, protestantes, espíritas, TJ's, adventistas também. Os islãmicos encontram verdade em amarrar bombas no corpo e se explodir. Os judeus são tão cheios de verdades que parecem ser realmente verdadeiros. E são. Verdadeiros nas suas verdades. A pergunta foi mal formulada. Pilatos deveria ter perguntado QUEM É A VERDADE. A VERDADE ESTAVA DIANTE DE PILATOS. A verdade que apaga todas as dúvidas, humanas e pilatianas. JESUS. ELE É A VERDADE!

Acho que isso basta por hoje. Antes que alguém apareça defendendo a sua verdade, encerro. Estou feliz com a minha. E não tenho dúvidas em relação a isso. Lavo as mãos por higiene, não por covardia, nem muito menos por duvidar. EU CREIO. VOCÊ CRÊ, PILATOS?

Só pela graça,

domingo, 31 de outubro de 2010

2 Anos de Vale Henrique Jorge!

Na última sexta, dia 29 de outubro de 2010, comemoramos o 2º Aniversário da Igreja Vale de Benção no Henrique Jorge. Como o tempo passa rápido! Lembro-me ainda, dos primórdios da igreja no Dom Lustosa, com nada mais que uns 40 m² de ideais, onde eu, meus irmãos e meus pais nos revezávamos entre quem cantava e quem ouvia, entre quem pregava e quem escutava. Com duas semanas, o lugar já não comportava. Não posso dizer que a igreja crescia. A igreja estava ainda na placenta, pronta para vir ao mundo.
Conseguimos um prédio maior. Jamais esqueceremos do "Corredor de Fogo", como ficou conhecida a Vale de Benção Autran Nunes, na Cardeal Arco Verde. Que benção! Uma rua que era conhecida pela alta taxa de criminalidade, assaltos, tráfico de drogas, assassinatos, passou a conhecer o Senhor Jesus. Muitos jovens descobriram que existia outra opção. Alguns deles, hoje são obreiros, diáconos, enfim, cresceram.
Após 5 anos, uma oportunidade. Um prédio desocupado na principal avenida do Henrique Jorge! Como oportunidades têm topete, mas não tem cauda, agarramos na hora! Hoje reunimos mais de 300 pessoas nos cultos e, a cada dia, Deus tem feito maravilhas.
Tivemos a honra de contar com a presença do nosso querido pastor Darckson Lira (meu grande amigo), ministrando às nossas vidas uma mensagem maravilhosa, além da cantora Talita Barros, jóia preciosa de nossa terra. Outros pastores do ministério estiveram presentes também neste maravilhoso evento.
Agradeço a todos que compareceram e que Deus possa continuar nos abençoando!

Grande abraço,

Só pela graça,

João Victor

FINALMENTE!

Estou de volta! Após meses calado, resolvi falar. Sentia muita falta desse espaço. Contudo, confesso, faltava-me inspiração para escrever. Aos poucos, tentarei retornar.
TENHO NOVIDADES!!!!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

O Reencontro

Que saudade! Há mais de um mês não faço postagem nova. Meu tempo está muito corrido! Entretanto, hoje, tive uma motivação a mais para escrever. Não que durante o período que estive ausente das linhas dissertativas deste blog eu não tenha desejado ardentemente escrever. Tenho vários assuntos para comentar. Mas hoje tive um encontro com o meu passado.
Ao sair de um restaurante no bairro, encontrei um dos melhores professores que já tive em minha vida. Prof. Dagmar, que não consegue envelhecer, foi incrivelmente capaz de me reconhecer, apesar dos cabelos que insistem em cair e do físico um pouco mais avantajado. Conversamos durante pouco mais de um minuto. Todavia, mergulhei num passado não muito distante. Recordei das festas de fim de ano do meu querido Colégio Felipe dos Santos. Lembrei do Prof. José Maria, da Tia Graça, da Tia Miriam. Puxa, que saudade. Lembrei que Dagmar me chamava de "pequeno grande". Ele nem imaginava o quão grande eles eram para mim. Sempre tive em meus professores um exemplo. Por isso, posso dizer que cheguei onde estou hoje. Se um dia estive nas cadeiras de uma faculdade, devo muito, muito mesmo aos meus professores.
Recebi um jornal, com as notícias do meu bairro, e um endereço de blog, que faço questão de divulgar aqui em nosso espaço.
Que Deus abençoe muito a você, Dagmar, e a todos que fazem parte da Família Felipe dos Santos.

Só pela graça,

João Victor

Ah, aí vai o endereço do blog:

www.hjnoticias.blogspot.com

sábado, 17 de julho de 2010

Mais um ano de vida...


Após um período de descanso virtual e concentração na vida real, estou de volta às minhas postagens. Hoje, escrevo-lhes portando mais um ano de vida em meus ombros. O peso dos trinta se aproxima. Não sei se temo ou se tremo. Os cabelos estão indo embora (a cada dia tenho menos). Comprei óculos escuros para virar garotão! Um amigo muito querido me prometeu uma peruca de presente! kkk. Será que terei coragem de usar? Comprei óculos escuros para virar garotão! Não deu muito certo, mas tudo bem!
O que me chama atenção é que entre os dias 11 e 13 de julho não percebi nenhuma mudança mais significativa. Parece que está tudo igual. O tempo passa, pra que desespero? Temos a tendência a nos preocupar muito com o passar do tempo. Mas é inevitável! O tempo vai passar. Por mais que queiramos que esse implacável consumidor de minutos tire férias, ele segue o seu rumo e sem parar. Desde que o sol parou com o pedido de Josué isso nunca mais aconteceu.
Fazer o que então? Aproveitar! Correr pela areia da praia, mergulhar no mar, contar piadas e gargalhar com o filho (principalmente após jogar Playstation com ele), beijar na boca da mulher amada, pregar, cantar, cantar muito, louvar ao Senhor com todas as forças que tivermos. De vez em quando, deixar só o tempo passar. A ampulheta se derrama e não vamos ficar apenas olhando isso! Vamos viver! Carpe diem! VIVA! VIVA LA VIDA!

Só pela graça,

Por Pr. João Victor

domingo, 4 de julho de 2010

Boas Vindas!

Meu discípulo Natan! Tamo junto!
PAz!

terça-feira, 29 de junho de 2010

Dá-me um novo coração! Se for possível...


Alguns tem pedras nos rins. Outros na vesícula. No reino espiritual, muitos tem pedras no coração. Melhor dizendo, são corações de pedra. Talvez Machado de Assis usasse o termo "coração de granito". Pessoas insensíveis, rígidas. Coração sem sangue, sem vida. Apenas uma escultura, bela, pomposa, mas irreal. Seria uma doença nova? Afinal de contas, já estamos tão acostumados com o "fogo do inferno terreno" que nem sentimos mais o calor da violência ou a dor de tragédias como em Alagoas e Pernambuco. Precisamos de um novo coração.
Deus nos prometeu. Ezequiel, capítulo 36, versículo 26. E era uma promessa mais do que necessária. Não há como consertar o coração humano. Somos maus. O problema não estava em trocar janelas, retocar pintura ou rebocar algumas paredes. É necessário demolir tudo. Quebrar todas as colunas. Fazer de novo. Deus não prometeu curar o coração ferido, embora também cure. Ele não prometeu suturar as incisões antigas, embora também seja sua especialidade. Deus nos promete um coração novo. O Grande Oleiro nos desmancha, vasos ruins, quebrados, rachados, e nos faz de novo! Isso é glorioso! Ele não coloca remendo velho em roupa nova. Ele nos dá novas vestes. Deus nos dá um novo coração!
Ah! Que maravilha! O que eu fiz pra merecer essa dádiva? E quem disse que merecemos? É um presente. É de graça. Não merecemos, mas dependemos disso pra viver. Como viver com um coração fibrilante? Não dá! O sangue não circula. Ele tem que pulsar. Tem que impulsionar a vida! Tem que bater! Deus não massageia nosso ego, mas massageia nosso coração! É uma massagem cardíaca do céu no coração parado! O novo coração precisa se mover! Eu preciso me mover. Precisamos nos mover! Espalhar o Sangue de Cristo pelo mundo!
Mas e o coração de pedra? Deus não é um agricultor normal. Os semeadores procuram as melhores terras para plantar. Terras boas, férteis, sem espinhos ou pedras. Nessas áreas, a colheita é quase certa. Todavia, repito, Deus não é um agricultor normal. Ele planta na pedra! Ele investe em corações petrificados. Ele semeia em lugares de onde não se espera nada! Por isso, o Senhor não desiste de nós. Somos pedregulhos, pedrinhas. Deus nos usa para grandes construções.
POr isso, acredite em você! Deus acredita! Ele faz transplantes cardíacos. E isso é plenamente possível para Ele.

Só pela graça,

Pr. João Victor

Bem vindos...

Seguidora nova, Ediana Silva! Seja bem-vinda!

domingo, 27 de junho de 2010

Eu chorei em Toy Story 3



Na última sexta-feira, tive uma experiência incrível em minha vida. Não que já não tenha antes sido abençoado com inúmeros outros momentos de êxtase ou de contemplação. Contudo, após o último sofrível jogo do Brasil contra Portugal, do qual me arrependi de ter remarcado meus pacientes para estar sentado no sofá, durante pouco mais de noventa minutos de destruição de Jabulanis, principalmente por parte do reserva do Roma, Júlio Baptista, fui ao shopping. Decidimos ver, pela primeira vez, um filme em 3D. Toy Story 3, um filme que assisti à 10 anos atrás, chega ao seu episódio final. Não poderia perder.
Fomos eu, Helane e Pedrinho. ESperamos mais de meia hora para o início da sessão. Todavia, valeu muito a pena esperar. O filme é excepcional. A história de brinquedo, na tradução literal, me fez viajar no tempo. Voltei à infância. Ri muito. Chorei também. Uma das melhores animações já feitas na história do cinema. A amizade, a fidelidade e a cumplicidade dos brinquedos entre si e com seu dono, me deixou com uma certa vontade de ter amigos como o cowboy Woody e o patrulheiro intergalático Buzz Lightyear. Com a velocidade do galope de Bala no Alvo, com a inocência do dinossauro e com o encontro engraçado e apaixonado da boneca Barbie e do seu eterno namorado Ken, fui das imensas gargalhadas a um choro contido. Segurei o choro, mas não as lágrimas, que insistiram em escorrer do meu rosto nas cenas finais do filme.
Agora, além de toda emoção do roteiro de Toy Story, ver um filme em 3D é algo excepcional. Eu estava dentro das cenas. Cada momento saltava da tela para os nossos olhos. Pedrinho tentava tocar nas imagens. Confesso que também tentei. Mas é pura tecnologia. Três dimensões de imagens. Muito real. Muito inacreditável. Mas pude experimentar. Ficou na minha mente uma pergunta. Até onde o homem chegará? O que será possível criar ainda? Vivi a era das máquinas datilográficas. Os computadores já são portáteis e cabem na palma da mão. Vivi a era dos telefones caríssimos. Hoje os celulares fazem tudo, até ligações. Cheguei e mandar cartas. Hoje, enviamos e-mails. Assisti Tv em preto e branco, meu avô tinha uma. Passei pelos controles remotos, o que eu já achava o máximo. Telas LCD's, TV Digital. Imagem de cinema. Ah...Após ver Toy Story em 3D, não sei mais quando vou poder dizer que isso é coisa do passado. Acho que já estamos no futuro!

JOão Victor

segunda-feira, 14 de junho de 2010

O que o gigante pensa de mim?

Em clima de Copa do Mundo, não poderia deixar de falar dos favoritos. A Seleção Canarinho, pentacampeã mundial, sete vezes finalista, tem tudo para chegar lá na frente. A Esquadra Azzurra, a toda poderosa Itália, por mais que não possua um futebol bonito, sempre chega perto. Os alemães, com toda a frieza e determinação, são dotados da capacidade de brilhar nos momentos decisivos. E o que falar dos nossos hermanos argentinos? A Argentina, de Messi e cia, dirigidos pelo sempre polêmico e craque Maradona, é promessa de muitas emoções e têm toda a pinta de Campeão. Isso sem falar da Espanha, a fúria, e a cítrica seleção holandesa. Enfim, esses são os gigantes do futebol nessa Copa. Contudo, os pequenos sempre vão lutar para surpreender.
E em nossa vida, quem são os Gigantes? Precisamos conhecê-los, e muito bem, se quisermos derrotá-los. Os filisteus eram os inimigos do povo de Israel. Golias, de quase três metros de altura, afrontava constantemente os soldados de Saul. Eles não tinham a noção do tamanho deles próprios. Por isso, temiam Golias. Por isso tememos os nossos Golias...Não temos a noção do que realmente somos. Nem mesmo sabemos quem somos de verdade.
Golias se achava grande demais e muito preparado. E ele era. Contudo, o povo não se via dessa maneira. Quando nos vemos pequenos demais e incapazes demais, ficamos vulneráveis. Lembro-me de uma colega de trabalho que, sempre que dizíamos que ela estava pálida, ou que aparentava estar doente, corria desesperadamente para o hospital. Logo, pensava que ia morrer, por mais que depois disséssemos que tudo não passava de uma brincadeira. Não devemos olhar para o gigante de cabeça baixa. Devemos erguer a cabeça, olhar para cima!
Golias se achava protegido. Tinha uma armadura quase intransponível. E nós? Como estamos cuidando da nossa armadura? Capacetes da salvação, couraças da justiça, cintos da verdade, escudos da fé, espadas do Espírito, pés preparados com o evangelho da paz. Estamos protegidos? Temos tudo isso? Precisamos de restauração? Lembrei de um desenho que eu via quando criança chamado "Os Cavaleiros do Zodíaco"(será que tenho que me preparar para as pedradas dos super-espirituais por causa disso também?). As armaduras dos cavaleiros eram restauradas, após as sangrentas batalhas, com o sangue dos Cavaleiros de Ouro. Nossa armadura também é restaurada com sangue. O Sangue de Jesus restaura nossas armaduras.
Golias queria uma luta individual. Propôs um duelo. Um combate homem a homem. O gigante pensa que nos vence facilmente. Não é bem assim, Golias! Davi lutará acompanhado. O Senhor dos Exércitos luta ao nosso lado. Davi não estava só. Nós jamais pelejaremos sozinhos. Não seremos presas fáceis. Golias pode ser grande, mas não é dois. Em Cristo Jesus, somos mais que vencedores.
E se o gigante conseguir nos derrubar? E se nós errarmos a pedra? Aí, meus filhos, são cenas para os próximos capítulos. Se vão ser de finais felizes, depende de cada um de nós.
E os Gigantes da Copa? Se não protegerem as testas vão ter uma surpresa.


Só pela graça,

Pr. João Victor

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Bem vindos...

Mais pessoas entrando no nosso espaço.
Boas vindas para meu querido irmão Marcos postando como Juciane...Não estranhem, é a esposa dele! Casal especial do coração. Vou cobrar meu querido Marcos!!!
E boas vindas para meu pupilo Atanael, futuro obreiro de valor de nossa Igreja!

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Onde caiu o meu machado?

Perdas. Quem não já passou por isso? Todos os dias estamos vulneráveis a perdas (por mais que a famigerada Teologia da Prosperidade diga o contrário). As mensagens sobre vitórias e mais vitórias tem me revoltado. Talvez pelo fato de, em alguns casos, presenciar pessoas frustradas dentro das igrejas pelo fato da vitória prometida não se concretizar. Quantas promessas já foram feitas a mim? Perdi a conta. Perdi também muitas coisas. Sempre estou perdendo. Perdendo a paciência. Perdendo as forças. Se eu estivesse dentro de um videogame, diria que meu "life" está se esvaindo. Preciso achar a caixinha de enfermagem. Preciso mudar. Precisamos mudar.
Essa foi a intenção de um dos filhos de profetas que estavam com Eliseu. Tudo registrado no sexto capítulo do Segundo Livro dos Reis. O lugar estava estreito demais. Era necessário um lugar maior.
Sabe quando não cabemos dentro de nós mesmo? Pois é. Estamos crescendo e as estruturas estão ficando pequenas demais. As roupas já não cabem mais nos bebês. Os sapatos não entram mais nos pés infantis. Na verdade, todo crescimento exige mudança. É necessário romper o casulo. Deixar de ser girino. Sair do estágio larvar. Deixar pra trás o exo-esqueleto. Trocar de pele. Conseguiram entender? Quando nos sentirmos que não nos cabemos mais, quando nos incomodarmos com toda essa estreita prisão, é hora de mudar. Liberdade, liberdade...
Um dos rapazes sugeriu a Eliseu: "vamos cortar madeira". Todos concordaram, inclusive o profeta. Contudo, enquanto a alegria da mudança nutria o coração dos mancebos e do próprio profeta, surgiu um imprevisto. Aconteceu um acidente. Um dos cortadores de madeira perde seu instrumento de trabalho. O machado caiu no rio. E agora? O que fazer? Que atitude tomar quando aquilo que parecia simples, fácil, tranquilo, torna-se um problema?
A única coisa que podemos fazer é clamar. Gritar. Esbravejar, mesmo que não tenha nenhum ser humano para nos ouvir, temos a certeza de que o Criador dos seres humanos ouvirá. Não podemos é ficar só observando nossos machados caírem no rio. Afundando, afundando, afundando...E não fazermos nada. Não vamos inserir um olhar de paisagem em nosso rosto diante dos prováveis fracassos. Precisamos fazer algo. Nem que seja gritar.
O descuidado gritou! Até porque havia uma outra situação complicada para ser solucionada. O machado era emprestado. Não era dele. O dono era outro. Precisamos cuidar bem do que é dos outros. Daí me vem a pergunta. Será que eu me pertenço? Será que eu sou meu? A resposta vem automaticamente. Não! Você não se governa. Há um Deus que é teu dono. Somos propriedades Dele. Precisamos cuidar bem de nós mesmos então. Não podemos nos perder. E se Ele quiser nos procurar? Ele vai nos encontrar? Vai! Porém, tomara que não nos encontre perdidos. Havia uma saída. Lembrar onde caiu o machado. Como começou a tragédia? Saber qual a origem pode ajudar a nos mostrar onde queremos chegar. Haja vista o muitíssimo útil Google Earth, sempre nos mostrando como chegar(rs). Os erros passados explicam as dores de cabeça constantes. São raízes que tem que ser arrancadas. Feridas, ainda abertas, alvos de infecções corriqueiras, que tem que ser suturadas, fechadas, cicatrizadas. Buracos, crateras na alma que pedem para ser entulhadas. Abismos que precisam ser atravessados.
E qual a ponte? Um dia, uma cruz foi erigida. Nela, foi pregado aquele que faz flutuar machados. No mesmo Jordão, onde o machado caiu, Ele foi batizado. Naquela cruz, Ele bradou: Está consumado!
Onde caiu? Nós sabemos onde. Mas como fazê-lo flutuar? Aí, meus filhos, é só com Ele!

Só pela graça,

Pr. João Victor

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Boas Vindas

Sejam bem-vindos Bruno Silva e Mário Henrique...Continuem abrilhantando nosso espaço!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Um grande amigo embarcou...

MEU QUERIDO AMIGO EMERSON, OU MAIS CONHECIDO COMO EMERSOUL...O homem da voz mais black da Vale de Benção do Henrique Jorge embarcou num excelente comentário no artigo sobre Prisões perpétuas e penas de morte...Leiam lá...Vale a pena conferir!

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Boas Vindas

Márcia Scherer embarcou no nosso blog fazendo um comentário no artigo "Prisões perpétuas e penas de morte"...

Seja muito bem-vinda ao nosso espaço!

PAZ!

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Prisões perpétuas e Penas de morte...O que é melhor?



Ontem, em nosso culto de orientação cristã, enquanto falávamos sobre santidade e os processos de santificação pelo qual o nascido de novo passa em sua caminhada, surgiu uma discussão em minha mente. Alguns de meus pensamentos, tenho o costume de guardar, pelo fato de entender que nem todo mundo está preparado para ouvir o que temos a dizer. Entretanto, esse meu questionamento vazou de meus lábios em pleno sermão doutrinário. Até que ponto alguém que cometeu as maiores atrocidades que um ser humano jamais cometeria, como em casos de homicídios triplamente qualificados, sequestros, estupros e outros crimes onde são constatados regimes de crueldade extrema, pode receber direito à liberdade por bom comportamento, fundamentado na hípótese de que esses criminosos tem um "encontro com Deus" e se tornam "evangélicos"? Se Deus perdoa, será que agimos errado quando desejamos que esses espécimes permaneçam enclausurados para nossa maior segurança?
Refletindo sobre isso, analisemos a seguinte questão. Alguém que tem a coragem, digo a covardia, de pegar uma criança de 5 anos de idade, raptá-la, violentar a inocente e indefesa garotinha, sodomizá-la e depois estrangular e retirar-lhe a vida, impiedosamente, tem condições de ser regenerado e viver como qualquer cidadão?
Ah! Mas você pode afirmar: Deus apaga o passado, pastor! Sim, ele apaga! No que tange às infinitas misericórdias do Senhor, o céu pode ainda ser morada de um assassino contumaz, desde que este se arrependa de seus pecados e se converta, não ao cristianismo religioso, mas ao propósito de vida cristão. Agora me respondam: por que, pelo simples fato de alguém com essas características se afirmar cristão, precisamos orar para que saia da cadeia e viva em liberdade? Eu, sinceramente, desejo o contrário. Desejo que pessoas desse naipe mofem na cadeia, crentes ou não. E a prisão perpétua que os pais das inúmeras vítimas vão ter que enfrentar dia e noite, sem conseguir dormir, sem conseguir comer, sem ter forças para viver?
Estou cansado de ouvir testemunho de ex-traficantes, ex-assassinos, ex-bruxos, ex-estupradores, posando de santos e se auto-intitulando pastores, missionários e conferencistas. Coloco-me no lugar da mãe que vê sua filha morta ao ser jogada de um edifício. Coloco-me no lugar de um pai, que vê seu filho ser arrastado pelo asfalto (que Deus nos proteja) enquanto o carro tomado de assalto é acelerado pelas ruas, não importando o que nem quem está gritando do lado de fora. Grito! Meu grito é de revolta. Enquanto as famílias lamentam perpetuamente a perda do ente querido, aqueles que causaram todo o sofrimento viajam de avião pelo mundo inteiro, contando suas obras. É triste. Por que não prisão perpétua para eles? Ou não seria melhor a pena de morte para os que não tem pena diante da morte?
Que eles precisam de Deus, precisam! E muito! E Deus os ama! É a graça! Favor imerecido! Entretanto, se querem mudar, mudem por trás das grades. Mostrem o evangelho para os outros presos. Preguem para os familiares que os vão visitar. Paguem pelos crimes que cometeram. Colham aquilo que plantaram. No céu, o preço já foi pago pelo sangue de Jesus. Aqui na terra, ainda há sangue clamando por justiça. Que a justiça possa ouvir esse clamor.

Só pela graça,

Pr. João Victor

quinta-feira, 20 de maio de 2010

CONTAR E CANTAR

Por Pr. Geziel Gomes

Eu não sou capaz de contar todas as maravilhas de Deus, mas sei que as posso cantar.
E enquanto as canto, conto-as, na esperança de que meu contar não fique tão distante do meu cantar.
Contar é mui difícil, enquanto cantar é deleitável.
A Bíblia declara que Deus conta as estrelas, as estrelas que eu incluo no meu cantar, por serem obras das mãos do Eterno Criador, a Quem canto meus problemas e canto Suas soluções.
Cantemos, então, sobre as estrelas, já que nenhum de nós as pode contar, Gn 15.5.
Muitos param de cantar sua enorme felicidade, porque não param de contar os poucos momentos de infortúnio, esquecids de que cantar é melhor que contar.
Quando estamos enfermos, costumamos contar os momentos de dor. A Bíblia nos manda cantar, quando estamos alegres.
Na presença de Deus cantamos, mas não contamos. Cantamos Sua eternidade, mas não contamos o tempo, porque rápidos momentos se nos afiguram períodos quase infinitos.
Se você está entediado de tanto contar, sem cantar, comece a ser feliz, cantando, sem a preocupação de contar.
De tanto cantar louvores, Israel não conseguiu contar as emboscadas postas pelo Senhor para confundir e vencer os inimigos, II Cr 20.22.
Os lábios que cantam exultam (Sl 71.23), os que somente contam, se cansam. E não costumam cantar.
Davi abriu o caminho da vitória quando ordenou ao povo que oferecesse o canto; mas viu abrir-se a senda da derrota quando mandou fazer a conta do povo que . quem sabe, não cantava.
Já que não podemos fazer a conta do nosso cantar, evitemos cantar o nosso contar.
Cantar é sempre bom (Sl 92.1); contar às vezes é arriscado. Que o diga Acã, um contador de peças roubadas. O contrário de Davi, um cantador de bênçãos recebidas.
Sempre sabemos o que cantar; nem sempre discernimos o que contar.
Ao contar o cantar do galo. Pedro se esqueceu de contar o canto da fidelidade.
Já que não podemos contar o pó da terra (Gn 13.16), por que não cantar, então, a glória do céu?
Para ir à guerra, bem como nos grandes ajuntamentos, não se contam os meninos (Ex 12.37), mas para louvar a Deus, o melhor canto é deles, Mt 21.16.
Quando contamos a oferta (Nm 18.27), que é semente, ficamos aptos a cantar a bênção, que é fruto.
Quem conta com sabedoria terá muito a cantar. Quem sem sabedoria canta, nada terá a contar.
Dois elementos jamais se poderá contar: os pensamentos e as maravilhas do Senhor, Sl 40.5. O melhor a fazer, então, é contá-los, porque a pobreza da mente será compensada pela riqueza do espírito, visto que a mente é pobre para contar, mas o espírito é rico para cantar.
Quem não tem motivos para cantar, é porque seus dias não tem sabido contar, Sl 90.12.
Um dia o nosso contar chegará ao fim. Quanto ao nosso cantar, seguirá por toda a eternidade.
A Bíblia se refere a contar pela ultima vez em Ap 7.9. O texto declara que a multidão não se podia contar. Essa incontável multidão entra na Eternidade para cantar. E tudo aquilo que os salvos não puderam contar aqui em baixo, lá em cima poderão cantar.
Para sempre e sempre.
Deus nos conceda sabedoria para contar. E inspiração para cantar.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Boas Vindas...

Seja bem vinda Ângela! POde embarcar sem pagar passagem no meu blog, da mesma forma como você e meu grande amigo Jociel embarcaram em meu coração.

PAZ!

domingo, 16 de maio de 2010

Momento Musical - Edith Piaf


MERECE POSTER...INCRÍVEL!

Je ne regrette rien...Não lamento nada

Intérprete: Edith Piaf
Compositor(es): Michel Vaucaire / Charles Dumont

Non! Rien de rien,
Non! Je ne regrette rien.
Ni le bien, qu'on m'a fait,
Ni le mal, tout ça m'est bien égal!

Não! Nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal - isso tudo me é igual!

Non! Rien de rien,
Non! Je ne regrette rien.
C'est payé, balayé, oublié,
Je m'en fous du passé.

Não, nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Está pago, varrido, esquecido
Não me importa o passado! (2)

Avec me souvenirs,
J'ai allumé le feu,
Mes chagrins, mes plaisirs,
Je n'ai plus besoin d'eux.

Com minhas lembranças
Acendi o fogo (3)
Minhas mágoas, meus prazeres
Não preciso mais deles!

Balayés les amours,
Avec leurs trémolos,
Balayés pour toujours,
Je repars à zéro.

Varridos os amores
E todos os seus tremores (4)
Varridos para sempre
Recomeço do zero.

Non! Rien de rien,
Non! Je ne regrette rien.
Ni le bien, qu'on m'a fait,
Ni le mal, tout ça m'est bien égal!

Não! Nada de nada...
Não! Não lamento nada...!
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal, isso tudo me é bem igual!

Non! Rien de rien,
Non! Je ne regrette rien.
Car ma vie, car mes joies,
Aujourd'hui, ça commence avec toi!

Não! Nada de nada...
Não! Não lamento nada...
Pois, minha vida, pois, minhas alegrias
Hoje, começam com você!

sábado, 15 de maio de 2010

GRITOS

Por Pr. João Victor

Basta!
Um grito que insiste em sair
A voz que deseja gritar
A garganta que quer se ferir
Uma porta que vou derrubar

Chega!
O som do apito eu ouvi
De um jogo que não terminou
Num gramado onde um dia caí
Por um gol que o juiz anulou

Pare!
Os meus pés já não pedem o chão
Minhas mãos já não querem lutar
Os meus olhos não tem mais visão
De um futuro que eu quis enxergar

Acabou!
Numa cruz algemado fiquei
Com algemas de cravos e dor
E sem forças ainda falei
Tudo isso eu fiz por amor

Esperem!
Talvez esse não seja meu fim
Posso ter outro rumo a trilhar
Uma pedra que rola enfim
Pode até ser o meu despertar

Olhem!
Sei que a história ainda não terminou
Novas páginas escreverei
De uma vida que não acabou
De um fim que começa outra vez.

Dilma recebe bençãos de mães de santo!



E aí? O que vcs acham?

Alvorocem...

quarta-feira, 12 de maio de 2010

CONTEMPLAR POESIAS - novo blog

ACOMPANHEM O MEU NOVO BLOG - CONTEMPLAR POESIAS...

Lá estarão as letras das minhas composições da Banda Contemplar, além de outros poemas meus e de autores que admiro.

É uma parte de mim...Não posso fugir!

Contemplem poesias...

contemplarpoesias.blogspot.com

VALE A PENA LER DE NOVO!

Inconformados, porém não desinformados

Por Pr. João Victor

Ás vezes, tenho vontade de sair gritando pelas ruas como forma de protesto. Por mais que eu pareça meio calmo demais, há uma voz interna que me faz sentir um desejo de protestar. Não consigo me conformar. Daí me pergunto: Por que estou inconformado? Eu sei os motivos da minha revolta. Mas será que todos sabem? Será que o espírito protestante não é, na maioria dos casos, "maria vai com as outras"? Será que não somos, de certa forma, alienados?

Vivemos a era da informação. Se olharmos para as ultimas décadas, temos visto os avanços da tecnologia, da ciência, da medicina. A globalização, a nova ordem mundial, os acordos econômicos, tudo isso aproxima os países e principalmente, aproxima as pessoas.

Entretanto, há um paradoxo nisso tudo. A mesma ciência que descobre os genes ainda não conseguiu penetrar no cerce do ser humano. A medicina que consegue transformar o corpo, não consegue transformar o coração, a alma, o espírito. Mesmo com tanta informação, conseguimos conhecer o que as pessoas pensam sobre todos os assuntos, mas não conseguimos nem sequer conhecer a nós mesmos.

"E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus." - Romanos 12:2

1. Com o que estar inconformados? Que tipo de revolta deve haver dentro de nós? As pessoas usam esse texto para gerar certa aversão a tudo que não é religioso. Uma música secular transforma-se em música diabólica. Um filme que não fala de Jesus é satânico. Um creme dental ou uma maionese torna-se fabricação do inferno. Olhamos para fora, quando deveríamos olhar para dentro. Será que é esse inconformismo a que Paulo está se referindo? O que deve nos inconformar na verdade é isso:

- Corrupção: dinheiro nas meias, dólares na cueca, panetones sortidos de propina.

- Violência moral e física: assaltos, assassinatos, seqüestros, estupros. Vou mais profundo. Falsidade, psicopatia.

- Falso evangelho: falta de amor e de perdão. Crucificamos com mais freqüência do que ressuscitamos. O evangelho do dinheiro, da posição, do palco. Vêem o evangelho como vitrine e não como poder de Deus para transformação. Igreja é negócio, microfone é poder, cargo é status, ministério é emprego.

- Auto-aclamação: Ser apóstolo, ou ser um semi-deus. Pastores que se consideram acima do bem e do mal. O título HOMEM DE DEUS não é bem digerido por essas pessoas.

2. Como transformá-lo? Para curar uma doença é necessário conhecê-la. Saber o que a provoca, conhecer qual o microorganismo responsável. Vacinas nada mais são do que antígenos, doenças colocadas dentro de nós para gerar imunidade. A informação deve gerar imunidade. Meu povo se perde por falta de conhecimento.

Onde está localizada a sua doença? O que a tem provocado? Estamos mais preocupados com a vida dos outros do que com a nossa. Olhe para dentro de você.

- Passamos por desertos, para aprender os caminhos, as rotas. Precisamos aprender com a vida. Não sejamos ALIENS...Deixemos isso para a ficção científica!

Vou continuar falando sobre isso! Infelizmente, ou felizmente, não consigo me calar!

Só pela graça,

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Parabéns Vozão!!!

Após 17 anos fora da Série A, o Ceará estréia com vitória contra o Fluminense de Muricy. O Gol de Geraldo, aos 37 minutos do primeiro tempo mostra que o meu time não vem para a primeira divisão de brincadeira! 1 a 0. Foi apertado. Mas valeu 3 pontos!

É isso aí, Ceará!

domingo, 9 de maio de 2010

Em obediência à Grande Tribulação!

Não foi a primeira vez que participei de uma cerimônia batismal. Durante meus poucos anos de caminhada ministerial, já estive batizando em 3 ocasiões. É uma honra para mim. Sei também que é um momento único para todos que descem às águas. É o momento da entrega da Certidão de Nascimento do novo homem. Dessa forma, a pessoa que é batizada deve estar ciente de sua decisão e reconhecer que já nasceu de novo.
Entretanto, nesse último sábado, aconteceu um fenômeno especial. Em meio às várias pessoas que eu tive a alegria de batizar, soltei uma frase digna de risadas. Na cerimônia, é de costume dizermos algumas frases, já pré-estabelecidas por convenções eclesiásticas. Numa delas, dizemos:
"Em obediência a Grande Comissão, eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo". Linda frase. Conhecia essa frase perfeitamente. Estava em minha mente. Eu sabia o que falar. Estava tranquilo. Não estava nervoso.
Tal foi minha surpresa quando solto a seguinte pérola. "Em obediência à Grande TRIBULAÇÃO (rsrs), eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo".
Por que eu disse isso? Talvez, as tribulações estivessem em meu subconsciente. Talvez, foi apenas uma gafe (das mais terríveis). Mas parei para analisar o que eu disse.
Após o batismo, temos o enganoso pensamento de que seremos mais fortes do que antes. É a força da membresia de uma igreja. Sou um membro de uma denominãção! Isso nos dá um poder maior! Ledo engano!
Com o tempo, percebemos que viveremos em constantes tribulações. Lutas, desafios, perseguições, ataques dos mais diferentes modos, mas temos também, em contrapartida, a certeza de que o Senhor estará lutando conosco as batalhas que surgirem na nossa frente.
A Grande Tribulação é real! E não cito apenas a Escatológica Tribulação. Falo da Tribulação presente. Do leão que devemos matar a cada dia. É importante que os novos membros de nossas congregações percebam que o mar de rosas está repleto de espinhos.
Em obediência à essa Grande Tribulação, vamos nos manter de pé! Vamos estar alicerçados na rocha e, em meio às tempestades, vamos ficar firmes! Sempre firmes!

Só pela graça,

Pr. João Victor

PS: Prometo nunca mais errar essa frase! rsrs

Parabéns, mãe!

Jamais poderia esquecer, nesse dia festivo de parabenizar, através desse nosso espaço, todas as mães. Entre todas, vejo na minha mãe, uma mulher especial! Mulher de fibra, de coragem, forte, destemida, que tem sempre uma opinião ou um conselho para dar. Super-proteção? Pode ser. Mas qual é a mãe que não protege acima das suas possibilidades os seus filhos? A proteção é instinto materno. Proteção, para elas é missão!
Enquanto mãe Nicinha me acalentava, cantando músicas belíssimas, talvez nem imaginasse que isso despertasse dentro de mim o amor pela música. Enquanto me ensinava o nome das letras, mesmo antes até das salas de aula, ela talvez nem imaginasse que isso despertasse dentro de mim o amor pela leitura. Se sou o que sou hoje, devo muito à minha mãe. Obrigado, minha mãe, por ter me ensinado a viver!

Hoje, posso glorificar a Deus também pela vida da minha esposa, Helane, mãe do meu filhote!
Que Deus te abençoe, querida!

FELIZ DIA DAS MÃES!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Festa de Israel 2010! Henrique Jorge VICE! O que aconteceu?

A Festa de Israel 2010 foi linda! Após analisar a opinião popular e de ouvir o depoimento de uma das juradas (Dra. Alana), percebemos que pode ter acontecido alguma falha na contagem das notas! Enquanto minha querida Dra. Alana afirmou que teria colocado nossa apresentação em primeiro lugar, notamos que as outras notas dos outros jurados nos colocaram na penúltima colocação no cômputo geral! O apelo popular era que tivéssemos ficado, no mínimo, com a terceira colocação, ficando atrás apenas da apresentação da Igreja do Bom Jardim (que pra mim foi realmente a melhor) e da apresentação da Igreja SEDE, devido ao apelo tecnológico (apesar da dança ter sido muito bonita também). Sei que não houve más intenções pela credibilidade do evento, que há 11 anos abrilhanta o dia 1º de maio no ministério. Provavelmente, deve ter ocorrido alguma falha na contagem.
Ficamos em 2º lugar, na classificação final, mas deixo aqui o nosso protesto.

Que Deus abençoe os outros jurados! E que Deus abençoe muitíssimo mais a Dra. Alana!

rsrs

PAZ!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Ao meu querido irmão...Parabéns

Hoje, meu irmão Jorge completa seus 26 anos. Como o tempo passa, mano! O irmão que eu pedia à minha mãe, cantando, aos meus 2 anos de idade, dizendo "brinco sozinho, preciso tanto, tanto de um irmãozinho". Você nasceu. Crescemos brincando juntos, brigando também de vez em quando, mas crescemos amando um ao outro. Tudo bem, vamos parar por aqui já tá ficando meloso demais!
Você faz parte da minha vida, Jorge, mais ativamente do que você possa imaginar. Eu, sem você, sou paraplégico musical! Tudo o que somos, claro que ainda não é lá essas coisas, devo a você!
Por mais que você seja meio cabeça dura, te amo muito, cara!

Que Deus te abençoe mais e mais e mais e mais!

De seu irmão,

João Victor!

Ele não está aqui?



Hoje me veio à mente uma canção que fez parte da minha infância. Nela, uma pergunta recebia destaque: Onde, onde está teu Deus? Onde, onde Ele está? Na respectiva música, eu respondia através do refrão, em voz alta, dizendo que "Meu Deus está nos céus e também no meu coração". Ficava evidente pra mim, pela primeira vez, onde eu poderia encontrar Deus. Deus estava no céu e, ao mesmo tempo, em meu coração. Esse foi meu contato inicial com a Onipresença.
Entretanto, os anos passaram. Os cabelos se foram e, junto com os cabelos, algumas certezas. Por mais que eu procure aprender, as dúvidas continuam aumentando. Para alguns questionamentos, tenho a colaboração de amigos e mestres (entre eles e, diria até, o mais presente deles, meu pastor Darckson Lira), os quais promovem a abertura das comportas fechadas da minha mente. Para outras indagações, olho para dentro de mim mesmo em busca das respostas. Todavia, a pergunta que faço agora aos meus queridos botões é, no mínimo, intrigante. Na verdade, onde realmente está Deus? Onde posso encontrar Jesus?
No domingo da ressurreição, as mulheres foram ao sepulcro. Queriam encontrar o corpo de Jesus. Elas não o acharam. Daí recebo de um dos meus preciosos botões a seguinte resposta: Ele não está nos sepulcros!
Não acho Jesus em sermões mortos, sem vida. Não o encontro em algumas mensagens recheadas de clichês e chavões, mais manipuladoras do que qualquer outra coisa. Não está nas músicas vazias, nas vãs repetições de melodias hipnóticas que mexem apenas com o emocional, ao que costumo chamar de mantras gospel, com todo respeito aos mantras. Ele não está nos discursos triunfalistas que prometem campos de força dignos de Jornada nas Estrelas ao redor dos "crentes", os tornando inatingíveis, imbatíveis, super-heróis, sempre campeões. Então começo a me assustar. Vejo que Jesus não está nos palcos de alguns shows ditos evangélicos, nem aliado aos mercadores da fé (merecem umas chicotadas, não é?). Não está em mensageiros de dogmas meramente humanos ou em super-santos, os quais se acham seres superiores, falando de modo esquisito, criando um dialeto próprio (não me refiro ao dom de línguas, mas ao evangeliquês e seus verbetes, como vaso, varão, encosto, etc.) além de substituir o jugo do pecado pelo das suas denominações, açoitando mais do que amando, acusando mais do que ajudando. Sepulcros caiados...Ele não está lá!
Ah, minha infância! Onde, onde está o teu Deus? O Deus das orações com rosto em terra, das lágrimas de alegria, do choro incontido de felicidade. O Deus do amor ao próximo, dos braços abertos, da partilha, da comunhão. O Deus que muda o homem dentro da roupa e não a roupa fora do homem. Onde está esse Deus? Após excessiva procura, descubro que a musiquinha da escolinha dominical estava realmente certa. Ele não está em templos feitos por mãos humanas, por mais belos e suntuosos que sejam. Não está no sepulcro, nem na cruz! Ele está no céu e também no coração dos verdadeiros adoradores! Aí descubro o milagre da Onipresença. O Deus que está no céu, contemplando a tudo e a todos, encontra morada em meu coração, por mais simples que ele seja. Desse modo vejo Jesus, ressurreto, nascer na manjedora do meu ser. Surge em mim uma vontade de bater no peito e dizer: "ELE ESTÁ AQUI"!

Só pela graça,

Pr. João Victor

sábado, 1 de maio de 2010

Hoje é o dia! Festa de Israel 2010

Hoje, dia 1º de maio, acontece a 10ª Festa de Israel. Após as conquistas de 2006, 2008 e 2009, a Vale Henrique Jorge prepara-se para a busca do TETRA!

Apresentação teatral - O exemplo de Jó
Dança hebraica

Depois conto o resultado aqui no meu blog!

PAZ!

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Ao melhor pai do mundo! Parabéns!

Hoje é o quinquagésimo sexto aniversário do Sr. João Carneiro! Homem de fibra, incansável. Em todos esses 28 anos que convivo com ele, nunca o vi reclamar de fadiga. Quando o vejo, correndo de um lado para outro, organizando os assuntos da igreja, trabalhando, trabalhando, trabalhando, penso: Por que não consigo ser forte como ele?
Dedicado à família, percebo que o que move o irmão Joãozinho é o amor que ele tem por tudo que faz. Acho graça quando ele afirma que se me visse extraindo um dente uma vez só, na segunda ele arrancava! rsrs. Coisas de meu pai!
Ele é encanador, pedreiro, mestre de obras( quase um arquiteto), sabe tudo de cálculos matemáticos, engenheiro de som, eletricista, marceneiro, cozinheiro (melhor que minha mãe, por sinal), um craque de bola e um economista como nenhum outro. Sabe o tipo de pessoa que poderia fazer qualquer coisa na vida que sairia muitíssimo bem feito? Esse é meu pai!
PArabéns, de todas suas qualidade, a melhor é ser pai! Nessa, o senhor é imbatível!

Que Deus te abençoe, meu pai!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Boas-vindas...

Seja bem-vindo irmão Juber Donizete! Mais um embarcando no expresso Contemplando!

Folga para o Pedrinho...

Dei uma folga para meu filhote. A foto do Pedrinho de dentista descansa um pouco. Entra em ação a foto clássica do filme Sociedade dos Poetas Mortos para representar o Contemplando...Espero que gostem também dessa, já que ouvi muitos elogios para a foto anterior.
PAZ!

terça-feira, 27 de abril de 2010

Descendo...descendo...descendo? Eu?


A multidão estava agitada. Um certo homem de Nazaré caminhava pelas vias apertadas de Jericó. Sim, Jericó. Suas muralhas caíram após trombetas e gritos de guerra. Hoje, os gritos são de euforia. O homem dos milagres passeia pela cidade. Ele é o novo popstar. É o nome mais comentado. No Google, com arquivos ainda em papiro, pergaminhos e pedras, é o mais procurado. A curiosidade era geral.
De repente, vem-me à mente uma idéia. Afinal de contas, sou um homem criativo. Consigo fazer com que as pessoas paguem mais impostos do que devem. Consigo lucrar com meu jeitinho brasileiro, mesmo tendo nascido no Oriente. Sou um publicano. E daí. Sou inteligente. Vou evitar esse aglomerado de "gentinha". Não vou me misturar com eles. Quer saber? Vou subir em uma árvore e assistir de camarote o desfile.
Será que ele é um mágico? Será que é um farsante? Quem será? Preciso vê-lo. Tenho que vê-lo. Como não inventaram ainda o helicóptero, a árvore é uma forma de enxergá-lo de cima. Enquanto todos se apertam, estarei por cima. Eu sou realmente um gênio. Na verdade, aquele povo ali embaixo me odeia. Se eu descer, eles acabam comigo. Não me sinto muito confortável, mas, como só quero olhar pra ele, aqui tá bom.
Ele está vindo! Por que meu coração está acelerado? Ele é só um homem. Puxa, nunca me senti desse jeito. Acho que esqueci de tomar o Captopril. Ah! Foi isso. Sabia que tava me esquecendo de algo. Ainda bem que tenho um comprimido aqui no bolso. Pronto! Debaixo da língua. A pressão vai descer. Hum...Acho que não tá resolvendo. Ele está mais perto!
Ele olhou pra mim! Que vergonha! Pensei que ninguém ia me notar. Quem, eu? Descer? O Senhor quer ir à minha casa? Mas...mas...Por que? Por que eu? Acho que sei. Esse homem não é um mágico. Um farsante, muito menos. Um artista, também não. Ele quer ir lá em casa porque me conhece. Sabe que eu preciso mudar. Sabe que eu sempre quis subir na vida. Contudo, chegou a hora de descer. Descer para uma transformação. Algo dentro de mim grita dizendo: "Hoje vai entrar a salvação na minha casa". Então não vou perder tempo! JAMAIS ESQUECEREI DESTE DIA!
Espero que, lá pras bandas do século XXI, alguém tenha a idéia de escrever uma música sobre a minha história. Mas que seja enfatizado o modo como eu desci. Tomara que esqueçam da forma como eu subi. E que cantem assim: Como Zaqueu, quero descer...

OBS: Século XXI
Ao publicano Zaqueu,

Perdão, Zaqueu. Não saiu como você planejou. Hoje as pessoas preferem subir. Nos seus aviões ultramodernos, nos seus cargos eclesiásticos, nos seus próprios interesses. Soube que você restituiu aquilo que você roubou. Essa prática não vingou aqui no nosso século. Eles roubam, mas não devolvem. Incrível né? O pior é que ainda falam, querido Zaqueu, cantam pedindo pra Jesus, sim, aquele mesmo que jantou com você, entrar na casa deles. Qual será o Jesus que eles tem recebido? Acho que é diferente daquele que fez você descer. Eles querem subir, mas não querem descer. Preferem a vista panorâmica das árvores. Triste, não é?
Pra falar a verdade, amigo, Jesus é o mesmo. Acho que os Zaqueus é que são diferentes!
Abraços saudosos. Vejo você na glória!

Só pela graça,

Pr. João Victor

Um reforço na defesa! Pode se achegar!

Boas vindas, Anderson Taffarel. Que vc possa defender os "pênaltis" de suas opiniões e colaborar mais ainda com o nosso blog!
PAZ!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Boas vindas!

Seja bem-vinda ao meu blog querida Tati Carvalho, da Batista Central de Brasília! Boas vindas também ao irmão John, da Assembléia de Deus de Caucaia. Bem vindo à bordo!

Infelizmente, eles não querem mais!

Por Renato Vargens

Infelizmente eles não querem mais as doutrinas da graça, preferem semear sementes.
Infelizmente eles não não querem mais adorar a Deus, querem shows.
Infelizmente eles não querem mais pregar sobre arrependimento, querem vitória a qualquer preço.
Infelizmente eles não querem mais viver uma vida de quebrantamento, querem determinar as bênçãos de Deus.
Infelizmente eles não querem mais as Escrituras Sagradas, preferem "o reteté de Jeová".
Infelizmente eles não querem mais pregar o evangelho, preferem um cristianismo "cabalistico" cheio de números.
Infelizmente eles não querem mais ser chamados de servos, preferem o titulo de apóstolo.
Infelizmente eles não querem mais viver uma vida simples, querem o DNA da Honra.
Infelizmente eles não querem mais a mensagem libertadora da Cruz de Cristo, querem quebrar maldições hereditárias.
Infelizmente eles não querem mais a previdência divina, querem o trízimo do povo de Deus.
Infelizmente eles não querem mais a graça, querem vender indulgências.
Infelizmente eles não querem mais servir a Deus como mordomos, querem fazer de Deus o seu gênio da lâmpada mágica.

PS: Infelizmente, eles não querem mesmo!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

De braços abertos...mais uma Contemplar volume II

De braços abertos

João Victor

Não consigo enxergar
Nada além de mim
Olho em volta, busco em vão
Acho que é meu fim

Tantas coisas que eu perdi
Quanta solidão
A alegria que eu senti
Se esvaiu das minhas mãos

Me arrependo, sei que errei
Vou de volta ao meu lar
Quero só uma chance de recomeçar

Já não sou digno de ser chamado filho
Sou um servo apenas
Fala o que queres de mim

Filho, estou de braços abertos a te esperar
Conheço tua dor, sei que foi difícil você voltar
Me dá tua mão, me abraça, o teu pai te recebe
Tuas lágrimas eu vou enxugar
Roupas novas e anel vou te presentear
Pois o filho perdido voltou
Vamos comemorar

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Vou ou não vou?


No último domingo, estivemos meditando sobre a Torrente das Águas Purificadoras de Ezequiel. Em virtude do fato de eu nunca ter aprendido a nadar, tenho minhas restrições no meu relacionamento com o mar, com as piscinas, com os açudes, com os rios ou quaisquer outros ambientes aquáticos. Pra falar a verdade, sou um ser extremamente terrestre. Esse meu temor (digo temor pelo meu respeito às águas) me transformou em um pai precavido quando vejo meu filhote tentar se aventurar nos receptáculos de H2O. Acho que, de tanto me observar, ele tem ficado meio comedido também. Afinal de contas, onde estão nossas barbatanas e guelras? César Cielo é mesmo incrível!
Todavia, quando leio sobre as torrentes de águas purificadoras, vejo um homem com um cordel de medir. O que aquele homem mede? Sua função é demarcar momentos. O homem estabelece a distância da terra firme. Quanto maiores as distâncias, maior será a profundidade.
Quem se arrisca a molhar os tornozelos? Que tal apenas experimentar a temperatura da água? Muitos só vão até aí. Querem saber se a "igreja" é fria ou quente. E se a água estiver morna? Hum...Água morna é o ideal. Eles querem sentir. Sentir é bom. Ledo engano. O morno é escatologicamente vomitável. E agora? Se for fria, podemos congelar. Se for quente, o medo é de se queimar. Eis a hora do medo! O medo de escolher. Vou um pouco mais ou fico por aqui? Quer saber? Eu vou.
Para os mais corajosos, a profundidade aumenta. Agora a água está nos joelhos. Se fosse no mar, eu parava nesse ponto. Na piscina, ainda é raso demais. Porém, o texto fala de um rio. Pluvialmente falando, já significaria um risco. A correnteza poderia me derrubar. Água nos joelhos. Joelhos que se dobram em oração. Joelhos que sobem escadarias como pagamento de promessas. Joelhos que clamam por milagres. Joelhos que clamam por dinheiro, prosperidade. Água nos joelhos. Será que não posso me arriscar mais? A água está tão agradável. Quero mais! Meus dedos ainda não estão enrugados. Quer saber? Vou vencer o medo. Não quero só bençãos por meio de orações. Eu vou adiante.
Chego com as águas em meus ombros. Minhas mãos estão na água. Faço alguns movimentos. Tento aprender a nadar. A correnteza é forte, mas me mantenho firme. Muitos vão até aqui. Entretanto, a cabeça ainda está seca. Não molhei os cabelos. Além disso, continuo olhando para a margem. Estou distante. Esse meu olhar para a beira do rio ainda me deixa inseguro, pois penso que a terra ainda é meu lugar. Muitos pensam assim. Gostam dos cultos, participam das programações, são fiéis nas contribuições. Contudo, seus olhos ainda estão fora da água. Será que é hora de ousar? Será que conseguirei nadar?
Ainda tímido, mergulho. Que sensação maravilhosa. A água escorre no meu rosto. A alegria me invade. Vou vencendo o medo. Nasce em mim um súbito desejo de me jogar. Deixar meu corpo sob o domínio dessas águas. Lembro então que não sei nadar. Que me importa? Ele me faz flutuar. E quer saber? Não quero jamais sair desse rio. E a margem? Deixa para os medrosos!

Só pela graça,

Pr. João Victor

sábado, 17 de abril de 2010

O MEU TEMPO - BANDA CONTEMPLAR VOLUME II

O Meu Tempo

Tempo que anda
Pelas trilhas da solidão
Tempo que passa
Sem me dar uma explicação
Lento ou ligeiro vai levando minha vida
Na dura rotina
Todo dia é sempre igual

Tempo isolado
Como numa bola de cristal
Tempo agitado
Um domingo de carnaval
Dou tempo ao tempo e vou levando os meus dias
Quem sabe um dia
Tudo volta ao normal

Há tempo pra tudo
Há tempo pro mundo ver que minha vida mudou
É tempo de nascer
É tempo de viver
O meu tempo ainda não acabou
Ainda não

João Victor

OLHA O 2º CD AÍ GENTE! EM BREVE!

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Em homenagem a Jó, música nova! Em breve...surpresas!

Meu Redentor Vive

Eu não baseio a minha vida
Naquilo que vejo
Não dou ouvidos ao que falam
Mas ao que creio
Não me importam as circunstâncias
Eu não desisto
Caminho em busca das respostas

Meus pés já sentem o cansaço
A estrada é longa
Nuvens escuras fazem sombra
Mas não me assombram
Pois sei que o Sol já está nascendo
Na minha história
Espero e creio na vitória!

Eu sei que o meu Redentor vive
Eu sei que por fim se levantará
Eu sei que o meu Redentor vive
Essa certeza ninguém vai arrancar de mim.

João Victor

Em breve, Contemplar Volume II

terça-feira, 13 de abril de 2010

Jó...Ele tinha uma certeza!



Falar de Jó é sempre um desafio. Como entender o fato de um homem reto, íntegro, temente a Deus e que se desviava do mal, segundo o próprio Criador, sofrer tanto assim na vida? As perdas materiais, tudo bem, são comuns. Empresas entram em falência todos os dias. Todavia, o modo como tudo aconteceu foi estranho. E o que dizer da perda dos filhos? Que tragédia! Sou pai e não gosto nem de imaginar essa situação. Jó não perdeu apenas as propriedades. Perdera sua posteridade. A perpetuação do sangue de Jó estava sobremaneira prejudicada. Mas por que?
Jó colheu aquilo que não plantou! Nos dias onde "pregadores" insistem no evangelho das sementes, Jó se torna um ser que precisa ser esquecido, apagado da história. Ele merecia tudo aquilo? Quem merece?
Tsunamis devastaram a Indonésia. Ouvi alguns falarem em castigo de Deus. Que absurdo! Terremoto no Haiti! Sabem o que os "SUPER-ESPIRITUAIS" ousaram dizer? A terra tremeu porque o país era consagrado a Satanás. Tenho raiva desses indigitados (aprendi com o meu mestre essa expressão). Espiritualizam tudo, enxergando um "Deus" com um chicote na mão. Ou será que ainda estão sob influência da mitologia, crendo num Zeus arremessando raios para castigar os humanos?
O sofrimento no Rio, mais especificadamente em Niterói, onde pais perderam os filhos e filhos perderam pais e irmãos, me fez lembrar de Jó. Embaixo dos escombros estavam ou estão ainda, muito provavelmente, homens retos, íntegros, tementes a Deus e que se desviavam do mal. O que eles fizeram pra merecer isso? Com que argumentos Deus os puniu? Na verdade, Deus não puniu. Na verdade, eles não mereciam isso.
O que provocou então aquele trágico deslizamento? Questões geográficas? Há um forte indício disso. Crescimento desordenado das favelas? É um argumento aceitável. Irresponsabilidade dos políticos? Bem provável. Tudo é provável, mas só há uma certeza.
Jó perdeu bens materiais, filhos, a esposa, os amigos. Contudo, ELE TINHA UMA CERTEZA:
"EU SEI QUE O MEU REDENTOR VIVE E POR FIM SE LEVANTARÁ SOBRE A TERRA". Aos que perderam tudo, no Rio, em Fortaleza ou na vida: NÃO PERCAM ESSA CERTEZA! ISSO NOS MANTÉM DE PÉ!

Só pela graça,

Pr. João Victor

segunda-feira, 12 de abril de 2010

BOAS VINDAS!

Minha colega de faculdade e irmã Edileusa...SEJA BEM VINDA!
Dr. Franciana Matos, também me acompanhando...que legal!

SEJAM TODOS BEM-VINDOS À FAMÍLIA CONTEMPLAR!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Tudo é vaidade...O que é proibido então? PARTE II

O que podemos e o que não podemos fazer? A liberdade adquirida pelos seres humanos, teologicamente chamada de LIVRE ARBÍTRIO, sempre é alvo de acaloradas discussões. Será que somos realmente donos do nosso nariz? Será que eu posso fazer o que eu quiser da minha vida?
A princípio, somos influenciados pelo meio. Somos resultado do ambiente no qual vivemos. A mente em branco que recebemos ao nascer é preenchida por nossos pais, amigos, vizinho, professores, pastores, padres, artistas de TV, etc...Essa mesma mente, agora cheia de pensamentos dos outros, com o passar dos anos, começa a escrever sua própria história. O problema é que SEMPRE existirão pessoas para dar "pitacos" ou para criticar nossas escolhas.
Pensando nisso, me veio à mente alguns questionamentos. Por que existem "pastores" que proibem suas ovelhas de ir à praia? O que há de errado na praia? Por que a Igreja Católica não aceita o uso de métodos anticoncepcionais? O que há de errado em frear o crescimento demográfico? Quem iria sustentar nossos vinte e tantos filhos que teríamos se não houvesse pílulas ou camisinha? Será que o problema não está por dentro, no interior dos sepulcros caiados desses fariseus? Ah, Jesus já os criticava! Acho que não é exclusividade minha.
Certo dia, uma irmã de uma igreja muito tradicional no país, me confidenciou algo que me chamou atenção. Disse que, um dia, ela ainda ia ser da Igreja Batista, porque a Igreja Batista usa brinco. Respondi imediatamente que a Igreja Batista não usa brinco. Quem usa são as mulheres...rs
A questão é que aquela irmã queria muito usar brincos, mas era proibida. Foi lançado sobre seus ombros um jugo. Ela não usa porque é coagida. Colocaram um "cabresto" nela. Ela não é livre!
O sacrifício de Cristo foi suficiente para nossa salvação. Alguns ainda teimam em achar que precisamos fazer algo a mais para não PERDER A SALVAÇÃO, ou até para obtê-la. Não consigo aceitar quando pessoas tendenciosas e manipuladoras querem colocar qualquer "plus" na salvação. A verdade é que o que precisava ser feito, já foi. Está consumado. Não é um corte de cabelo que vai me levar ao inferno. Não é uma gravata ou um paletó que me levará ao céu. Não é um brinco, um anel, um cinto, um boné ou uma calça jeans que removerá de mim o sangue que foi derramado na cruz. Ele nos libertou. Não devemos deixar ninguém nos aprisionar novamente.
Deixo-vos com um trecho do Hino da Proclamação da República, para que os "reis das doutrinas" libertem seus súditos.

LIBERDADE, LIBERDADE,
abre as asas sobre nós
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz.

Só pela graça,

Pr. João Victor.

continua...

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Nova tragédia. Oremos pelo Rio!

Recebi um comentário de minha amiga Érika, que está no Rio. Quando vi nos noticiários a respeito da chuva, confesso que me preocupei com problemas a longo prazo. Entretanto, ao medir o tamanho da adversidade que o povo fluminense está atravessando, com a minha curta capacidade em virtude da distância do local do fato, percebo que há uma situação caótica. Do ponto de vista geográfico, o Rio de Janeiro é uma das cidades mais lindas que já vi. Aqueles morros, as praias, o encontro entre as serras e o mar. Um belíssimo espetáculo da natureza. Contudo, o ser humano, sempre com a falsa ilusão de que pode fazer tudo, sobe os morros, invade as serras, ergue casas onde deveria haver árvores, entra onde não deveria entrar. O homem mora onde não deveria morar. Resultado: a natureza retoma o que é seu. E pasmem: alguns ainda insistem em permanecer lá. Os lugares inabitáveis continuam habitados. O que fazer? Expulsá-los? Pra onde eles vão? E se eles quiserem ficar ali? Afinal de contas, o homem pode fazer o que quiser. O livre-arbítrio garante esse direito.
Vamos nos unir em oração. Não apenas pelo Rio, mas por todos. Durante séculos tratamos a natureza com desdém. É a hora da vingança! Deus tenha misericórdia de nós.

Só pela graça,

Pr. João Victor

terça-feira, 6 de abril de 2010

Dilúvio no Rio...E a Olimpíada?

Vendo os noticiários a respeito da chuva no Rio de Janeiro, não há como não fazer um questionamento. Se o país não está preparado para chuva, como fazer uma Olimpíada? Alguns comediantes podem dizer que as provas de natação serão realizadas nas ruas da Baixada Fluminense, ou que Robert Scheidt será mais uma vez medalha de ouro na Vela, que será disputada nas avenidas da Barra da Tijuca ou nas imediações do Maracanã. Que tal a prova de nado sincronizado na praça da Taquara ou a maratona se resumir à Poliana Okimoto, com sua especialidade aquática.
Brincadeiras à parte, nosso país ainda está muito longe de ter estrutura para eventos de grande porte. Mas de quem é a culpa?
Pasmem, não é em todo dos governantes. A culpa é da população, que é extremamente mal-educada e insiste em jogar lixo nas ruas. Bueiros obstruídos...A água vai pra onde? Resposta: fica onde caiu! Enchentes de água e lixo. Ah! Mas é só uma latinha de refrigerante, deixa aí no chão. Não, tem problema não...É só uma garrafinha de água ou um côco...deixa aí...Vamos deixando...Deixando pra lá.
Tudo bem, atire a primeira pedra quem nunca jogou lixo na rua! Pelo amor de Deus, não atire! Essa pedra pode entupir outro bueiro. Então, o lixo que você não jogou pode entrar, junto com a lama, dentro de sua casa!
Noé, faça uma arca! Tem muito animal solto por aí.

Só pela graça,

Pr. João Victor

Mais um passageiro do Contemplando!

Meu querido amigo David Brauna...Prazer tê-lo conosco no Contemplando...Divulga aí!
PAZ!

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Vaidade de vaidades...O que é vaidade?

Salomão (talvez tenha sido ele mesmo), quando escreveu Eclesiastes, passava por uma fase meio reflexiva. A preocupação com o mundo ao redor e principalmente e primordialmente com o mundo dentro dele, o fez dissertar sobre a efemeridade da vida. Quando citou que "não há nada de novo debaixo do sol", jamais imaginara que, muitos séculos depois, o grande químico Lavoisier, com sua Lei da Conservação das Massas, provaria que "na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Salomão tinha razão. Tudo é a repetição de algo que já foi dito. Tudo é a mesma coisa do passado.
Como diziam os Titãs, a música que faz sucesso é a melhor música dos últimos tempos da última semana (sucesso passageiro), o maior sucesso brasileiro de música americana (plágios e mais plágios, se pelo menos copiassem o que é bom). O melhor disco dos últimos anos vem recheado de sucessos do passado. Meras repetições. Na verdade tudo é uma cópia. São raríssimos os processos criativos. As pessoas têm a famigerada preguiça de pensar. É bem mais fácil xerocar idéias e atitudes, fundamentadas em opiniões meramente humanas e falhas.
É. Realmente Salomão estava meio decepcionado com tudo isso quando escreveu Eclesiastes. Tudo é vaidade, disse ele. Muitas vezes, por sinal. Contudo, o que é vaidade na verdade?
No hebraico, significa vazio, oco. Mas o vazio não está relacionado com conteúdo? E vaidade não é o que está por fora?
Na realidade, NÃO. Vaidade é o que está por dentro. É o vazio existencial que torna a vida sem sentido. São as palavras ocas, sem essência. Pura vaidade. Não os adornos ou as vestes, mas o que está dentro. A vaidade é passageira, é um sopro, que não provoca nenhuma espécie de mudança. Sepulcros caiados, como disse Jesus. E o pior de tudo: muitos fundamentam sua existência na terra no que os outros vão ver.
Quando nos prendemos muito na aparência, nos preocupando se esse ou aquele está dentro do padrão "dogmático", caímos na vaidade de achar ser vaidade o que não é. Precisamos olhar para dentro de nós e procurar uma razão de ser. Se o Espírito Santo habita em nós, o vazio já não existe. Dessa forma, juntamente com esse vazio, vai embora a vaidade.
Oh! Vaidade! Tudo é vaidade! O passado que passa e volta e depois passa! Deixa de ser passado e passa a ser presente para tornar-se um futuro que um dia vai virar passado também. As rugas chegam, os cabelos caem. Que importa isso? O que importa é que dentro da carcaça humanóide tem que estar um homem novo. Um novo homem, restaurado, transformado, sem vaidades, sem vazios, com novas histórias, com novas experiências.
Isso sim, não é vaidade. É felicidade.

Só pela graça,

Pr. João Victor

continua...

terça-feira, 30 de março de 2010

Nova Música...Filho pródigo

Letra: João Victor


Não consigo enxergar
Nada além de mim
Olho em volta, busco em vão
Acho que é o meu fim

Quantas coisas que eu perdi
Tanta solidão
A alegria que eu senti
Se esvaiu das minhas mãos

Me arrependo, sei que errei
Vou de volta pro meu lar
Quero só uma chance de recomeçar

Já não sou digno de ser chamado filho
Sou um servo apenas
Fala o que queres de mim

Filho estou de braços abertos a te esperar
Conheço tua dor
Sei que foi difícil você voltar
Me dá tua mão
Me abraça o teu Pai te recebe
Tuas lágrimas eu vou enxugar
Roupas novas e anel vou te presentear
Pois o filho perdido voltou
Vamos comemorar...

Boas-Vindas

Subindo no expresso Contemplando minha amiga de Caucaia Cleytiana! Dia 24 de abril estaremos por aí! Que Deus te abençoe!

Deus precisa ser provado?

Estou cada vez mais apaixonado pela Teologia. O mundo além da vista sempre me encantou. Com a oportunidade que estou tendo de mergulhar no conhecimento teológico, vejo nascer dentro de mim algumas análises mais sólidas e maduras (embora ainda esteja longe disso) a respeito de Deus.
Entretanto, minha intenção de estudar Teologia nunca foi de provar a Deus ou colocar Deus em prova, pois todos os meus esforços seriam desnecessários. Ele não precisa provar nada para ninguém.
A Bíblia fala de Gideão. Ele pediu provas. Lã molhada, terra seca ao redor. Lã seca, terra molhada ao redor. Deus se fez provar. Mas será que isso era preciso? Por que não acreditar apenas?
Tomé quis pegar nas feridas deixadas pelos cravos. Quis colocar o dedo nas perfurações. Quis tocar onde a lança transpassou. Ele queria provas. Ele precisava disso?
Não quero parecer cético, pois não sou. Eles queriam, na verdade, ter suas próprias experiências. Queriam provar para si próprios se o que estavam vivendo não era um sonho, mas que era a verdade. Não acho isso errado.
Contudo, existe um fato em questão. Há momentos que Deus silencia. E não é em virtude da sua inexistência. Ele se cala por que Ele quer. É um direito Dele ficar quieto. Ele nos ensina a confiar, mesmo sem ver. Nos ensina a crer, mesmo sem tocar. Nos ensina a ouvir, mesmo quando o silêncio impera. Ele fala, quando não ouvimos nada.
Ele não precisa provar nada para ninguém. Nem tampouco nós precisamos prová-lo. Ele existe. Eu creio. Eu o sinto, mesmo quando não sinto mais nada. Afinal de contas, sentimentos passam. Todavia, Ele continua sendo Deus!

Só pela graça,

Pr. João Victor

segunda-feira, 29 de março de 2010

Momento flashback musical... Jessé


Biografia
Jessé foi criado em Brasília. Mudou-se para São Paulo já adulto, e atuou como crooner em boates. Depois, integrou os grupos Corrente de Força e Placa Luminosa, animando bailes por todo o Brasil.

Ainda nos anos 70, também chegou a gravar em inglês com o pseudônimo de Tony Stevens. Foi revelado ao grande público em 1980, no Festival MPB Shell da Rede Globo com a música "Porto Solidão" (Zeca Bahia/ Ginko), seu maior sucesso, ganhando prêmio de melhor intérprete.

Em 1983, ganhou o XII Festival da Canção Organização (ou Televisão Ibero-Americana) (OTI) realizado em Washington, com os prêmios de melhor intérprete, melhor canção e melhor arranjo para "Estrelas de Papel" (Jessé/ Elifas Andreato).

De voz muito potente, no decorrer de sua carreira Jessé gravou 12 discos (como os álbuns duplos "O Sorriso ao Pé da Escada" e "Sobre Todas as Coisas") mas nunca conseguiu os louros da crítica especializada. Morreu aos 40 anos, em 29 de março de 1993 de traumatismo craniano sofrido num acidente de carro em Paraguaçu Paulista, quando se dirigia para a cidade de Terra Rica, no Paraná, para fazer um espetáculo.

Aí vai uma de minhas músicas favoritas.

Paz do meu amor
Intérprete: Jessé
Compositor: Luiz Vieira

Você é isso,
uma beleza imensa
Toda recompensa
de um amor sem fim

Você é isso,
uma nuvem calma,
no céu de minh'alma,
é ternura em mim,

Você é isso,
estrela matutina,
luz que descortina
um mundo encantador.

Você é isso,
É parto de ternura,
lágrima que é pura,
paz do meu amor.

Quando estou
nos braços teus
sinto o mundo bocejar.

Quando estás
nos braços meus
sinto a vida descansar.

No calor
dos seus carinhos
sou menino passarinho
com vontade de voar.

Sou menino
passarinho
com vontade de voar.

Sou menino
passarinho
com vontade de voar.

Sou menino
passarinho
com vontade de voar.

Essa é a preferida do Pr. Darckson tb...

domingo, 28 de março de 2010

As fases da nova vida.


Há uma fronteira entre as fases de nossa caminhada cristã. Procuramos, em nossas aulas de discipulado, passar um bom alicerce para nossos catecúmenos. Ensinamos os fundamentos da vida cristã. E como isso é importante para a caminhada que se inicia. Afinal de contas, como já dizia Piaget, o ser humano desenvolve a sua intuição entre os 2 e 7 anos de idade. É a fase da percepção do mundo ao redor e da “perigosa” imitação das ações e personalidades. Ou seja, os novos convertidos nos imitam. Somos exemplos a serem seguidos. Que responsabilidade!
O primeiro amor, como por alguns é chamada essa fase, é lotado de dúvidas. Porém, também é repleta de imagens coloridas a respeito da caminhada cristã. Tudo é maravilhoso! Como é bom ser crente!
Antes que todos pensem que iniciarei uma sessão terrorista e assustadora, procurarei explicar as outras fases. Há uma fase intermediária, após o batismo, onde as tentações começam a ser mais evidentes. É uma fase arriscada, onde alguns tropeçam e desistem. Contudo, nesse período, evangelizamos muito, defendemos muito aquilo que cremos, nos sentimos fortes. Pensamos estar munidos de todas as armas para enfrentar as batalhas.
Só que não fomos ensinados a perder. Eis o perigo. Prega-se por aí que derrota não é coisa de cristão. Então começamos a passar por crises espirituais. Os espinhos no caminho parecem ser mais notórios. É o deserto que surge para promover nossa maturidade cristã. É a hora de reconhecer que ainda há o que melhorar. O sábio apóstolo Paulo afirma: não alcancei ainda. Temos ainda muito que crescer.
Após este reconhecimento, devemos nos encorajar para alcançar a maturidade. Como fazer isso? Lembram-se dos exemplos? Bons e maus exemplos nos servem de parâmetro para adquirir maturidade suficiente. Em quem me basear? Paulo fala sobre os filipenses serem seus imitadores. Imitar em que o apóstolo Paulo? Aí vão alguns exemplos.

1. Esquecer das coisas que para trás ficam. Não guardar lembranças más. Não rebobinar a fita que já rolou.

2. Avançar para as coisas que estão à sua frente. Esperar caminhando. Não parar de avançar. Espera não significa estagnação. Vá em frente. Continue a lutar.

3. Prosseguir para o alvo. Há uma meta a ser alcançada. Você realmente sabe o que você quer da sua vida? Você sabe aonde você quer chegar?

Medite e reflita. Em outra oportunidade, falarei mais a respeito disso

Só pela graça,

Pr. João Victor

quinta-feira, 25 de março de 2010




Essa é Isabelle.

Até quando?

Ontem, dia 24 de março, estive na cidade de Horizonte. Temos um programa de rádio e sempre as pessoas nos convidam para conhecer esse município. Entretanto, infelizmente, não conheci Horizonte em um passeio ou em um evento. Conheci a cidade em um momento de tristeza e revolta. Um mototaxista, José Osmar, mais conhecido como Zezinho, 46 anos de idade, pai de uma linda criança de 6 meses e esposo da tia da minha esposa, foi brutalmente assassinado na noite de 23 de março. Um legítimo episódio de alguém que está no lugar errado na hora errada.
Um trabalhador, que tirava o sustento de sua família passando horas ininterruptas sobre uma motocicleta, morre, vítima da violência. O passageiro, envolvido com tráfico de drogas, pediu apenas para que Zezinho o deixasse em casa. Zezinho não sabia o que o aguardava. Foi trabalhar. Seria mais uma corrida para comprar o iogurte de sua filha. Belinha, um dos bebês mais lindos que já vi na minha vida, o receberia com um sorriso no rosto. Não o recebeu. Sua esposa o beijaria, como era de costume. Não o beijou. Não por que não tivesse vontade, mas por que o beijo e o sorriso não foram possíveis.
O passageiro, jurado de morte, levara Zezinho para sua última corrida. O tiro que atingiu o passageiro, um jovem de 28 anos, assustou aquele homem, que correu. Correu para se salvar. Pensou na filha. Pensou na esposa. Pensou em Deus. Ele correu. O assassino, sem nenhum tipo de dó ou piedade, desferiu o tiro fatal. Zezinho não deveria estar ali. Mas estava. Não deveria partir. Mas partiu. Em meio ao sofrimento, Zezinho clama. Grita, implora por socorro. A ambulância chega. Leva o bandido. Deixa o inocente. Zezinho ainda falava. Segundo testemunhas, entregou sua vida a Jesus. Foram suas palavras finais. Estava consciente. Queria ver a esposa. Queria abraçar a filha. Apenas se despedir. Não houve tempo. José morre. Mais um José.
Até quando? Até quando veremos sangue inocente sendo derramado? Até quando a impunidade vai prevalecer? Onde está a justiça? Nos últimos dias tenho estado triste. Mais do que triste. Tenho estado revoltado. Não me conformo. Que Deus possa enviar o conforto para a família. Que Deus possa confortar meu coração. Quanto à revolta, peço: Senhor, não me tire o direito da indignação. Quero estar revoltado! Preciso disso!

Só pela graça,

Pr. João Victor

segunda-feira, 22 de março de 2010

Quem sou eu?



Lord Byron, o excepcional poeta da segunda fase do Romantismo, foi um gênio da literatura. Contudo, quem lê sobre o movimento literário que inspirou vários artistas brasileiros, como Álvares de Azevedo em sua obra Noite na Taverna, percebe que Byron conseguia, assim como seus seguidores, parecer romântico e doce e, ao mesmo tempo, ser pessimista e diabólico. A exaltação à morte ficava, em alguns poemas, disfarçada em versos e rimas muito bem elaboradas.
Baseado na história da literatura, reflito. Mas será então que é possível de uma mesma fonte jorrar água salgada e água potável? De maneira nenhuma. A realidade é que são fontes aparentemente potáveis, com água boa para o consumo, mas que contém veneno em sua fórmula. É a bebida deliciosa que entorpece. O belíssimo drink, sedutor aos olhos, mas que provoca sérios danos ao organismo.
Existem pessoas assim? Com certeza! O mundo (e pasmem, as igrejas) está repleto delas. Homens escondidos atrás de máscaras. Posturas de perfeição que camuflam as imperfeições. Sepulcros caiados, enfeitados, revestidos de mármore, mas com corpos putrefactos em sua interior.
Por que nos esconder? Por que não sermos transparentes? Se as pessoas não concordarem com a versão real, que importa? Não são elas que pagam as nossas contas, nem lavam nossas roupas íntimas (com o perdão da expressão). É bem melhor sermos nós mesmos do que fingir, como atores em uma tragédia grega, externando alegrias falsas quando por dentro clamamos pela felicidade.
Moisés precisava de um nome de um deus para se apresentar diante de Faraó. Deus não quis ser o que não era. Deus disse: "Diga que o "Eu Sou" o enviou. Esse é o exemplo a ser seguido. Ser ou não ser. Me ajude Shakespeare. Quem somos nós? Não somos ninguém. Somos nós mesmos. Eu não sou ninguém. Eu sou eu. E me sinto muito feliz por isso.

Só pela graça,

Pr. João Victor

sexta-feira, 19 de março de 2010

Voltando ao ventre...



E se nós pudéssemos voltar ao ventre de nossa mãe e nascer de novo? Não vejo nenhum tipo de ironia na pergunta de Nicodemos. Vejo uma possibilidade. Por mais difícil de explicar que isso pareça ser, precisamos sim voltar. Rever conceitos e valores, reconstruir, como dizia a belíssima canção do Grupo Rebanhão, do final da década de 80, século passado.
Voltar ao ventre é voltar às origens. É pregar contra a venda de indulgências, prática mais comum nos dias de hoje do que nos dias de Lutero. É lembrar-se dos pais da Igreja, dos apóstolos que foram mortos por amor ao evangelho. Ah! É aprender com Spurgeon, Moody, Wesley. É aprender a doutrina da graça com Calvino e Agostinho. Quanto mais perto da Igreja primitiva, menos seremos influenciados pelos "telefones sem fios" doutrinários.
Voltar ao ventre é proclamar o evangelho nas praças e não procurar apenas microfones e holofotes. É ajudar os necessitados, é compartilhar o pão e não se exaltar por isso. É ter uma vida de oração e ter irmãos que oram enquanto estamos encarcerados pelas lutas do dia-a-dia. É saber que existem joelhos que não se dobraram diante de deuses mortos enquanto estamos na caverna. É estar certo de que esses mesmos joelhos estão curvados em oração pela nossa vida. Na verdade, as cavernas representam bem essa volta ao ventre, pois lá percebemos que não estamos sós. A caverna serve de placenta. Porém, chega o momento de sair dela. Chega o momento de nascer.
Voltar ao ventre é sentir-se protegido, amado, acolhido por um Deus que é Pai e Mãe. É ter intimidade, mas não apenas uma baseada em relações sobrenaturais ou em "êxtases" transcendentais, mas uma intimidade verdadeira, real, natural, pessoal.
Acho que necessitamos desse retorno. Não sob uma forma de hipnose ou através de uma regressão, mas através de um novo olhar para cruz. A cruz nos deu a chance dessa nova vida. A cruz tornou possível a volta ao ventre. Quiçá, após essa experiência de voltar ao ventre e nascer de novo, não em outra vida ou em outras épocas, mas nesta mesma, possamos ser mais humanos, mais gente, mais crentes!

Só pela graça,

Pr. João Victor

quinta-feira, 18 de março de 2010

Momento poesia...

Consolo na praia
Carlos Drummond de Andrade

Vamos, não chores.
A infância está perdida.
A mocidade está perdida.
Mas a vida não se perdeu.

O primeiro amor passou.
O segundo amor passou.
O terceiro amor passou.
Mas o coração continua.

Perdeste o melhor amigo.
Não tentaste qualquer viagem.
Não possuis carro, navio, terra.
Mas tens um cão.

Algumas palavras duras,
em voz mansa, te golpearam.
Nunca, nunca cicatrizam.
Mas, e o humour?

A injustiça não se resolve.
À sombra do mundo errado
murmuraste um protesto tímido.
Mas virão outros.

Tudo somado, devias
precipitar-te, de vez, nas águas.
Estás nu na areia, no vento...
Dorme, meu filho.

Louco, esta noite pedirão a tua alma!



Na próxima semana, vai fazer 9 meses da morte do rei do Pop: Michael Jackson. O menino prodígio que aos 5 anos de idade já encantava o mundo com sua voz, perdeu a vida de maneira inesperada, mas de uma certa forma procurada. Sua vida de abundância, riqueza, glórias e aplausos era paradoxalmente acompanhada de traumas, perseguições da imprensa, acusações, cadeia, lampejos de loucura e infelicidade.
Na verdade, a nossa vida é passageira. Pouco tempo temos para viver. O salmista diz que "Os dias da nossa vida chegam a setenta anos, e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, o orgulho deles é canseira e enfado, pois cedo se corta e vamos voando." (Salmos 90 : 10). A vida é curta. E o que fazer para melhor aproveitarmos a vida? O que temos guardado?
Jesus fala a respeito um homem rico, que tinha recebido além do que esperava. Sua herdade, como diz as escrituras, tinha produzido com abundância e ele então falou: “Não tenho onde recolher os meus frutos”.
• Deus tem sido maravilhoso com você. Deu uma boa casa, um bom emprego. Você pode dizer que ganha bem, que tem muito dinheiro, e se engrandecer por isso. Contudo, os frutos são muitos para a sua capacidade. Isso gera uma preocupação. O que fazer? Não se exalte pelo que Deus te deu. Ele sempre nos dá mais do que merecemos.
• Aquele homem pensou: Vou derrubar meus celeiros. Bem pensado. Para crescer É PRECISO DESMONTAR ESTRUTURAS ANTERIORES. É necessário pensar numa nova planta. Fazer um novo projeto. Pense: do que você precisa se desfazer? O que você precisa abandonar? Para entrar em Jericó foi preciso que as muralhas caíssem, pois o povo que ia entrar precisava de mais espaço.
• Edificarei outros celeiros maiores, disse o homem. Que visão! Quando ele pensa em celeiros maiores, pensa grande. Imagina crescimento em escala geométrica. Imagina sua empresa em ampla ascensão. Mas quero vos falar de sua vida. Como você está projetando sua vida para o futuro? Queres ficar na mesma, ou queres progredir? Edifique celeiros maiores para que possa caber o que Deus tem preparado para você.

O homem citado por Jesus tinha tomado até aqui todas as decisões corretas. Entretanto, suas últimas atitudes estão fora de toda a intenção de Deus para as nossas vidas.
1. Achou já ter o suficiente. Os homens acham que já tem o suficiente para serem salvos. Falta o contato com o Salvador, mas acreditam ter encontrado o bastante. Michael Jackson tinha mansões, milhões de dólares, sucesso, fama, mas não era feliz. Não era feliz com sua aparência, não era feliz com sua idade, nem se conformava em ser alguém solitário. Ele não tinha o suficiente.
Achar ter encontrado a suficiência gera uma série de outras más atitudes.
2. Vou deixar a vida me levar. Alma, descanse! Alma, coma, beba e folgue! Você não precisa de ajuda, alma! Alma, você está bem! Tem seus amigos, tem seu dinheiro no bolso, tem seus propósitos, alma, você já tem tudo! Pra que envolvimento em igreja? Alma, pra que usar os talentos que Deus te deu? Alma, Deus levanta outro no teu lugar. Alma, você não precisa de nada!

- Jesus te chama: Louco! Noiva néscia! Onde está o azeite da tua lâmpada? Como está o teu relacionamento com Deus? Você está preparada para receber o noivo?
- Nesta noite pedirão a tua alma. Nesta noite! É agora! Deus aproveita a noite para causar um impacto na vida de alguém. Foi à noite que Paulo e Silas cantavam e oravam e houve um terremoto e as cadeias caíram. Nesta noite, um terremoto vai abalar as tuas estruturas.
- Pedirão a tua alma. Não é uma imposição. É um pedido! Deus quer a sua alma. Você não tem outra opção, a não ser que queira entregá-la ao diabo. Deus quer sua alma, seu coração, sua vida.
- Michael Jackson juntou tesouros. Morreu. Pra quem deixar. Um testamento é o caminho escolhido. Brigas judiciais se seguirão. A fortuna passa a ser alvo de discórdias. Pra que viver sua vida pensando em alegrias passageiras. Você está preparado para a alegria na eternidade?

Só pela graça,

Pr. João Victor

Poesia Nova - Próximo CD



O Melhor Lugar

Palavras perdidas
De um velho diário
De páginas velhas

Rasgadas, esquecidas
No fundo de uma caixa
Nas minhas memórias

Como vou recuperar o tempo que passou?
Não tem mais volta!
Se existe um lugar feliz lá fora
Quero viajar agora!

Retratos antigos
Momentos felizes
Em fotos mofadas

Lembranças, apenas
De um álbum que um dia
Já foi minha vida

Como vou voltar atrás no tempo que se foi?
Se foi, não volta!
Se existe um lugar feliz, me mostre!
Quero viajar agora

Quero minha liberdade
O presente quero hoje abraçar
Uma vida de verdade
Só encontro em Ti (Jesus)
O melhor lugar pra estar

Por Pr. João Victor

terça-feira, 16 de março de 2010

Vendo chifre em cabeça de cavalo II

Por Pr. João Victor

Ouvi na rádio essa semana uma discussão sobre a música de abertura da novela CAMA DE GATO, da Rede Globo. Tenho muitas opiniões contrárias a essa emissora de TV, principalmente sobre a forma como manipulam as massas e influenciam toda uma sociedade, lançando modas e costumes através de suas novelas, programas e reality shows.
Entretanto, devemos ser imparciais e dividir as coisas. A música Pelo Avesso, dos Titãs, foi alvo de duras críticas por pessoas influentes ou não, de denominações evangélicas. A música foi taxada de satânica, diabólica, enfim, de obra criada nos quintos dos infernos.
Parei, pensei, refleti. Como não engulo tudo que escuto, fui analisar a letra da música. Na verdade, NÃO HÁ NENHUM TIPO DE OBRA DO DIABO. A música é uma crítica à impunidade, uma revolta contra a nossa insignificância diante de tanta perversidade. Um mundo onde adolescentes participam de homicídios, protegidos pelo atrasado código penal, onde ladrões invadem casas, fazendo de refém mulheres, idodos e crianças. Um mundo onde vivemos presos, enquanto que os bandidos estão soltos, dando gargalhadads para as leis dos "homens de paletó".
Lembro de um dia que eu estava no consultório e dois meliantes invadiram a clínica e anunciaram o assalto. Após uma manhã exaustiva de trabalho, com dores na coluna, tive que ser chamado de VAGABUNDO e aguentei calado. Enfim, uma arma estava voltada para mim. Deu vontade de falar : "Sim, senhor cidadão brasileiro"
O que os Titãs fazem é um desabafo. É o "chutar do balde" da sociedade. Leiam e reflitam. E parem de ver chifres em cabeça de cavalo. Mais uma vez...

Pelo Avesso
Titãs

Vamos deixar que entrem
Que invadam o seu lar
Pedir que quebrem
Que acabem com seu bem-estar
Vamos pedir que quebrem
O que eu construí pra mim
Que joguem lixo
Que destruam o meu jardim
Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão - a falta de futuro
Eu quero a mesma humilhação - a falta de futuro
Vamos deixar que entrem
Que invadam o meu quintal
Que sujem a casa
E rasguem as roupas no varal
Vamos pedir que quebrem
Sua sala de jantar
Que quebrem os móveis
E queimem tudo o que restar
Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão - a falta de futuro
Eu quero a mesma humilhação - a falta de futuro
Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão - a falta de futuro
O mesmo desespero
Vamos deixar que entrem
Como uma interrogação
Até os inocentes
Aqui já não tem perdão
Vamos pedir que quebrem
Destruir qualquer certeza
Até o que é mesmo belo
Aqui já não tem beleza
Vamos deixar que entrem
E fiquem com o que você tem
Até o que é de todos
Já não é de ninguém
Pedir que quebrem
Mendigar pelas esquinas
Até o que é novo
Já esta em ruinas
Vamos deixar que entrem
Nada é como você pensa
Pedir que sentem
Aos que entraram sem licença
Pedir que quebrem
Que derrubem o meu muro
Atrás de tantas cercas
Quem é que pode estar seguro?
Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão - a falta de futuro
Eu quero a mesma humilhação - a falta de futuro
Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão - a falta de futuro
O mesmo desespero

Momento poeta...


Fábula - O pássaro e a flor
Castro Alves


Era num dia sombrio
Quando um pássaro erradio
Veio parar num jardim.
Aí­ fitando uma rosa,
Sua voz triste e saudosa,
Pôs-se a improvisar assim.

"ó Rosa, ó Rosa bonita!
Ó Sultana favorita
Deste serralho de azul:
Flor que vives num palácio,
Como as princesas de Lácio,
Como as filhas de 'Stambul.

Como és feliz! Quanto eu dera
Pela eterna primavera
Que o teu castelo contém...
Sob o cristal abrigada,
Tu nem sentes a geada
Que passa raivosa além.

Junto às estátuas de pedra
Tua vida cresce, medra,
Ao fumo dos narguillés,
No largo vaso da China
Da porcelana mais fina
Que vem do Império Chinês.

O Inverno ladra na rua,
Enquanto adormeces nua
Na estufa até de manhã.
Por escrava - tens a aragem
O sol - é teu louro pajem.
Tu és dele - a castelã.

Enquanto que eu desgraçado,
Pelas chuvas ensopado,
Levo o tempo a viajar,
- Boêmio da média idade,
Vou do castelo à cidade,
Vou do mosteiro ao solar!

Meu capote roto e pobre
Mal os meus ombros encobre
Quanto à gorra... tu bem vês! ...
Ai! meu Deus! se Rosa fora
Como eu zombaria agora
Dos louros dos menestréis!. . .

............................................

Então por entre a folhagem
Ao passarinho selvagem
A rosa assim respondeu:
"Cala-te, bardo dos bosques!
Ai! não troques os quiosques
Pela cúpula do céu.

Tu não sabes que delí­rios
Sofrem as rosas e os lí­rios
Nesta dourada prisão.
Sem falar com as violetas.
Sem beijar as borboletas,
Sem as auras do sertão.

Molha-te a fria geada...
Que importa? A loura alvorada
Virá beijar-te amanhã.
Poeta, romperás logo,
A cada beijo de fogo,
Na cantilena louçã.

Mas eu?! Nas salas brilhantes
Entre as tranças deslumbrantes
A virgem me enlaçará
Depois cadáver de rosa
A valsa vertiginosa
Por sobre mim rolará.

Vai, Poeta... Rompe os ares
Cruza a serra, o vale, os mares
Deus ao chão não te amarrou!
Eu calo-me - tu descansas,
Eu rojo - tu te levantas,
Tu és livre - escrava eu sou! ...